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Trump confunde "judeus" com "israelitas" e a indignação não se fez esperar

Mundo

MANDEL NGAN/ Getty Images

Foi num encontro com judeus dos Estados Unidos que o Presidente se referiu a Benjamin Netanyahu como "o vosso primeiro-ministro"

"Estive com o vosso primeiro-ministro na Casa Branca para reconhecer a soberania de Israel sobre os Montes Golã", disse Donald Trump, no sábado, durante um discurso no encontro da Coligação de Judeus Republicanos, em Las Vegas (Nevada), em referência ao decreto que assinou a 25 de março, no qual reconhece oficialmente a soberania israelita sobre aquela zona arrebatada à Síria em 1967 (e anexada em 1981). Trump justifica a medida com as "agressivas ações" do Irão e de grupos "terroristas" contra Israel.

As palavras do Presidente dos EUA já mereceram a condenação do Comité Judaico Americano, que as considera propícias a "alimentar o fanatismo".

Benjamin Netanyahu é primeiro-ministro de Israel e não dos judeus em geral, nascidos ou a viver noutros países, como fez questão de sublinhar o organismo no Twitter: "Senhor Presidente, o primeiro-ministro de Israel é o líder do seu país, não o nosso."

"Comentários em sentido contrário, vindos de amigos fiéis ou críticos duros, alimentam o fanatismo", lê-se ainda no tweet.

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