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Explosão mata mais de 100 pessoas que fugiam da guerra na Síria

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Uma camioneta armadilhada explodiu no sábado junto a 75 autocarros que retiravam civis e combatentes de Alepo, no norte da Síria, no âmbito de um acordo entre o governo e a oposição

O atentado com uma camioneta armadilhada junto a autocarros que retiravam civis e combatentes de Alepo, no sábado, na Síria, causou 112 mortos, segundo um novo balanço do Observatório Sírio dos Direitos do Homem (OSDH) divulgado este domingo.

Entre os 112 mortos estão 98 pessoas retiradas das localidades de Foua e de Kafraya (nordeste), precisou a Organização Não-Governamental (ONG).

Anteriormente, o OSDH tinha apresentado um balanço de 43 mortos neste atentado, que não foi reivindicado.

No entanto, no sábado, a Defesa Civil Síria, também conhecida como 'Capacetes Brancos', citada pela agência Associated Press, referiu que os seus voluntários retiraram pelo menos cem corpos do local onde ocorreu a explosão.

Os autocarros estavam no local para transportar cerca de cinco mil pessoas retiradas na sexta-feira de Foua e Kafraya, duas localidades controladas pelo regime que estavam cercadas pelos rebeldes, em cumprimento de um acordo que permitiu a evacuação simultânea de duas localidades rebeldes cercadas pelo exército sírio.

As pessoas retiradas na sexta-feira estavam paradas naquele local devido a desentendimentos que impediram que seguissem viagem.

Os que foram retirados das localidades controladas pelo regime deviam seguir para Damasco e Latakia e os das localidades rebeldes para a província de Idlib.

Na sexta-feira, mais de sete mil pessoas foram retiradas de Foua e Kafraya (cinco mil) e das localidades rebeldes de Madaya e Zabadani (2.200), segundo o Observatório.

Ammar Abdullah/Reuters

Um jornalista da agência France-Presse em Rashidin viu vários cadáveres, alguns carbonizados, e muitos feridos.

As pessoas retiradas na sexta-feira estavam paradas naquele local devido a desentendimentos que impediram que seguissem viagem.

Os que foram retirados das localidades controladas pelo regime deviam seguir para Damasco e Latakia e os das localidades rebeldes para a província de Idlib.

Na sexta-feira, mais de 7.000 pessoas foram retiradas de Foua e Kafraya (5.000) e das localidades rebeldes de Madaya e Zabadani (2.200), segundo o Observatório.

com Lusa