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O dinheiro some-se-lhe das mãos, esvai-se. Um dos elementos do agregado familiar até ficou desempregado. Está na hora de deitar contas à vida e elaborar um plano de finanças domésticas  

Regra básica: os gastos não podem superar os rendimentos

  • Elabore um plano anual, com as despesas previstas para o próximo ano
  • E um mapa dos rendimentos

Controlar os gastos: 

  • Separe o essencial do acessório e estabeleça prioridades claras: prescinda de umas coisas para poder ter outras, aprenda a autodisciplina
  • Precisa mesmo de um segundo carro? (ver alternativa de transportes públicos ou de partilha de viagens)
  • Pense sempre duas vezes, antes de efetuar uma compra, e no seu custo com base no número de utilizações: preciso mesmo destas calças? Quantas vezes vou usar este objeto?
  • Não caia sempre na tentação das promoções: se comprar uma peça de 20 euros em promoção por 10, não estará a poupar 10, mas a gastar 10.
  • Quanto aos bens caros, compre o que poderá vender mais tarde com maior facilidade
  • Dê semanadas aos seus filhos: responsabiliza-os e faz-lhes sentir que o dinheiro é um bem escasso
  • Nunca recorra a um crédito para pagar outro crédito. Procure o banco para reestruturar a dívida ou recorra a ajuda especializada
  • Faça serões de convívio em casa, convide amigos e  que cada um traga uma coisa ("multa")
  • Recorra aos livros das bibliotecas públicas
  • Troque o ginásio pelo ar livre
  • Faça as suas prendas de Natal e, em grandes famílias, combinem cada um receber apenas uma prenda
CASO 

Caderno de notas

Uma estratégia simples que pode fazer a diferença, nos orçamentos mais apertados 

É, às vezes, nos gastos pessoais que há mais desperdício de dinheiro. Os dois elementos do casal devem apontar, num pequeno bloco de notas, todos os gastos diários, durante dois ou três meses. Faça, depois, a soma e encontre a média mensal por grupos: alimentação, supermercado, transportes, compras...  Só assim poderá avaliar os seus gastos, compará-los com os rendimentos e decidir do que vai ter de prescindir. Se preciso for, estabeleça um limite para os gastos pessoais de cada um. E deixe, se possível, uma margem do rendimento para despesas imprevistas ou pequenas poupanças.   Nota: Artigo redigido com base numa conversa com Raul Castanho licenciado em Gestão e graduado em Finanças Empresariais, autor do livro sobre finanças domésticas Bater no fundo... como evitar. Como sair de lá.

GUIA E EXEMPLOS: