Visão

Siga-nos nas redes

Perfil

Veja quanto vai pagar a (menos) de IRS em 2018

ESPECIAL Orçamento do Estado 2018

Os dois novos escalões de IRS aliviam a factura fiscal a pagar em 2018. Consulte aqui as simulações e perceba quanto vai poupar em impostos no próximo ano

De acordo com a versão provisória do Orçamento do Estado para 2018, o Governo vai aumentar de 5 para 7 o número de escalões do IRS, desdobrando os atuais segundo e terceiro patamar de rendimento, que passam a ter taxas de 23%, 28,5%, 35% e 37%. O chamado mínimo de existência (o montante até ao qual os contribuintes ficam isentos do imposto) também sobe, e a sobretaxa de IRS, aplicada durante a crise, acaba de vez. A sua extinção é, aliás, o benefício concedido às famílias dos dois últimos escalões (a partir de 36 865 euros de rendimento anual), onde não há desdobramento de escalões nem redução das taxas do imposto.

Com base nas alterações, a consultora EY desenhou vários cenários para que possa ver em que medida é que, no seu caso, o garrote fiscal vai aliviar.

CONSULTE AQUI OS QUADROS COM TODAS AS SIMULAÇÕES

- (CLIQUE AQUI SE DESEJAR DESCARREGAR O DOCUMENTO EM PDF)

1 / 12

2 / 12

3 / 12

4 / 12

5 / 12

6 / 12

7 / 12

8 / 12

9 / 12

10 / 12

11 / 12

12 / 12

Pressupostos das simulações:

1 - As presentes simulações foram efetuadas com base nas regras fiscais em vigor à data de preparação dos cálculos e visam quantificar a poupança fiscal, decorrente da Proposta do Orçamento de Estado para 2018, para sujeitos passivos que obtenham rendimentos da Categoria A, tendo em conta as alterações ao nível dos escalões das taxas de IRS.

2 - A remuneração atual considerada corresponde a 14 meses do rendimento bruto.

3 - Nas simulações de sujeitos passivos casados, com dois titulares de rendimentos, estamos a considerar que ambos os sujeitos passivos auferem exatamente o mesmo montante de rendimento anual e que optam pela tributação conjunta.

4 - As simulações foram efetuadas considerando as deduções pessoais do agregado familiar (assumindo filhos com idades superiores a 3 anos e que não frequentam a universidade) e considerando as seguintes deduções à coleta:

- encargos imóveis (rendas): € 6.000;

- despesas de educação: € 1.100 por dependente;

- despesas de saúde: € 1.000 por agregado;

- despesas gerais familiares: € 5.000 por agregado.

5 - O rendimento líquido é apurado da seguinte forma: rendimento bruto - contribuições para a Segurança Social (11% do rendimento bruto) - coleta líquida.