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Dicas para recuperar parte dos subsídios

Economia

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Por todas as razões, poupar volta a ser palavra de ordem em 2013. No entanto, com o aumento dos impostos, a subida dos preços e a redução salarial (por via fiscal), no final do mês poucas são as famílias que ainda têm algum dinheiro para fazer um pé de meia. É difícil, mas não impossível. Eis alguns conselhos

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Orçamento mensal

Estipule todos os meses as despesas básicas e necessárias com a sua família. Escreva-as num papel e defina um orçamento familiar, se possível ao cêntimo. Inclua nessas contas um duodécimo das despesas anuais previstas, como por exemplo, os seguros (carro, saúde, etc.), IMI, selo do carro, revisões, educação, etc. Se possível, reserve uma verba para poupança.

Só depois de todas estas contas feitas é que fica com a noção real do que lhe sobra do ordenado e pode decidir o que gastar todos os meses.

Prestação da casa

A descida da Euribor tem sido uma das boas notícias para todos aqueles que têm os juros do empréstimo da casa indexados a este indicador, pois a prestação tem vindo a baixar ao longo dos anos, o que significa mais dinheiro disponível. No entanto, na realidade essa poupança acaba por ser gasta com as despesas normais. Pense em fazer um esforço e coloque numa conta a prazo a diferença entre o que pagava antes e o que paga agora.

Em alguns casos, este valor pode representar algumas centenas de euros por ano.

Duodécimos

Se o Governo decidir alterar o pagamento de um dos subsídios (de férias ou Natal) em duodécimos (ou seja, diluído no ordenado de cada mês), ponha esse dinheiro de lado, e tente viver como se ele não existisse. Quando chegar ao fim do ano, terá um ordenado amealhado.