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A difícil vida de um trabalhador de supermercado

Economia

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Muitos funcionários de super e hipermercados sofrem problemas de saúde provocados pelo trabalho, surpreendentemente pesado. Veem os seus horários serem alterados de um dia para o outro. Chegam a ser obrigados a almoçar na rua, no carro, na casa de banho. Isto a troco de salários paupérrimos – o ordenado de um operador de caixa no topo da carreira é de 620 euros

"'Portas-te mal e vais para a peixaria desfiar bacalhau durante umas horas': esta é uma ameaça normal", conta-nos Luísa Alves. Mas isto é só um exemplo. A VISÃO falou com vários trabalhadores de grandes superfícies, que pintaram um quadro de assédio moral, objetivos de produtividade "desumanos" e salários baixos.

Revelamos-lhe também, e aqui, o perfil médio dos funcionários de supermercados - eminentemente mulheres e com menos de 40 anos - , a partir de um estudo da Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição:

- Há 86 700 trabalhadores nas grandes superfícies em Portugal

- 72,8% estão efetivos

- 68,6% são mulheres

- Apenas 10% trabalha em part-time (a média da UE é 23%)

- 73% tem menos 
de 40 anos

- 45% está há menos de 5 anos na empresa

- 8,4% de taxa de absentismo (55,4% por doença ou acidente de trabalho, 29,5% por maternidade/paternidade)

LEIA A REPORTAGEM COMPLETA SOBRE A DURA VIDA DE TRABALHADOR DE SUPERMERCADO, ESTA QUINTA FEIRA NAS BANCAS

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