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Centeno anuncia défice mais baixo da história da democracia. Marcelo aplaude, mas há partidos que não gostaram

Economia

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O ministro da Finanças garantiu no Parlamento que o défice de 2016 será inferior a 2,1%. O Presidente da República diz que é "bom para os portugueses". Mas há críticas, à direita e à esquerda do Governo. VEJA OS VÍDEOS

O ministro das Finanças assegurou hoje que o défice orçamental de 2016 não será superior a 2,1% do PIB, considerando que os indicadores mais recentes da economia são "alicerces mais sólidos" e que ajudam à "saúde das contas públicas".

"O défice em 2016 será o mais baixo da história da nossa democracia e não será superior a 2,1%", afirmou esta quarta-feira Mário Centeno na comissão parlamentar de Orçamento, Finanças e Modernização Administrativa, onde está a ser ouvido esta manhã.

Depois de citar os números economia portuguesa divulgados na terça-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), que dão conta de um crescimento médio do Produto Interno Bruto (PIB) de 1,4% em 2016, o ministro afirmou que "Portugal possui hoje alicerces mais sólidos para garantir um crescimento económico sustentado e equitativo, mas também pela saúde das contas públicas".

O Presidente da República considerou que os números do défice são uma boa notícia.Um valor abaixo de 2,1 supera todas as expectativas do próprio Marcelo Rebelo de Sousa.

Apesar de superar todas as expectativas, o valor do défice anunciado por Mário Centeno parece não ter agradado nem às direita, nem á esquerda do Governo.