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A voz de Fernando Assis Pacheco

Cultura

Pedro Dias de Almeida

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Em 1977 e 1978, o jornalista Fernando Assis Pacheco iluminava algumas manhãs de domingo com breves crónicas radiofónicas, na RDP. Pela primeira vez, esses efémeros pedaços de prosa chegam à permanência do papel no livro Tenho cinco Minutos Para Contar Uma História. OIÇA UMA DAS CRÓNICAS

O lançamento está marcado para o próximo dia 1 de fevereiro, às 18h30, no Hot Clube de Portugal. Nesse dia, Fernando Assis Pacheco completaria 80 anos, se numa quarta-feria fria de novembro de 1995, o seu coração não tivesse desistido de bater, à porta da livraria Buchholz, quando, como todas as manhãs, se dirgia para o seu posto de trabalho na VISÃO, então na Avenida da Liberdade.

Tenho Cinco Minutos para Contar uma História (Tinta-da-China, 200 págs., €17,90) reúne, pela primeira vez, 41 crónicas que Fernando Assis Pacheco leu aos microfones da RDP aos domingos de manhã (numa rubrica chamada Crónica da Manhã). Oportunidade para recordar o estilo único de alguém que fintava, a cada palavra, a distinção entre jornalismo e literatura, o jornalismo e a vida. Um dos seus temas recorrentes era a memória da família, suas personagens, lugares e histórias. Como nesta Sou Neto de uma Arma Mal Apontada, em que nos fala do seu avô Santiago. Recorde aqui a voz, e as palavras, de Assis.

RECORDE A VIDA E OBRA DE FERNANDO ASSIS PACHECO NA VISÃO DESTA SEMANA, ESTA QUINTA FEIRA NAS BANCAS

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